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Entrada Freguesia Heráltica

Heráldica da Freguesia

Ordenação heráldica do brasão e bandeira
Publicada no Diário da República, 2ª Série Nº 208 de 26/10/2010

 

Resumo Histórico

A freguesia de Vinhas está integrada no concelho de Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, distando cerca de 14 Km da sede concelhia. O seu orago é S. Vicente. Natural de Saragoça, o seu pai era Eutricius (Euthicius), e a sua mãe, Enola, natural de Osca. Sob a orientação de Valerius, o bispo de Saragoça, Vicente fez um grande progresso nos seus estudos. Foi ordenado diácono e encarregado de fazer pregação na diocese, pois o bispo estava impedido de o fazer. Pela ordem do governador Dacia, S. Vicente e o seu bispo foram arrastados por correntes e mantidos na prisão por muito tempo. Mas tarde o bispo Valerius foi expulso, e Vicente sujeito a muitos tormentos cruéis: à cremalheira, à grelha e à flagelação. Prisioneiro outra vez, foi colocado numa cama macia e luxuriosa, para agitar a sua obstinação, mas ali acabou por falecer. O seu corpo foi jogado para ser devorado por abutres, mas foi defendido por um corvo, sendo depois enterrado por uma viúva piedosa.

O povoamento do território que corresponde à actual freguesia de Vinhas é bastante remoto, tendo em conta a toponímia local que aponta para a existência no local de fortificações castrejas, como é o caso do topónimo "Castro Roupal". No que diz respeito ao topónimo principal da freguesia, também muito antigo, é de sentido evidente, referindo-se a um terreno plantado de videiras.

Inicialmente, Vinhas estava inserida na paróquia de Castro Roupal, sabendo-se pelas Instituições de 1258 nessa paróquia que a "villa" de Vinhas era da coroa, com a excepção de quatro casais que pertenciam a D. Pedro Aires. As Inquirições de 1290 citam na freguesia de Castro Roupal o lugar de Vinhas mencionando que o cavaleiro Martim Fernandes comprou nele três casais. Em inícios do século XVIII, a paróquia de Vinhas já era a matriz de Castro Roupal e tinha por anexas Santa Maria de Castro Roupal, S. Sebastião de Limãos, S. Vicente de Bagueixe, Santa Cruz de Gralhós e S. Geraldo de Banrezes. Administrativamente, a freguesia esteve integrada no concelho de Izeda, extinto em 24 de Outubro de 1855, transitando então para o de Macedo de Cavaleiros.

Do património cultural e edificado de Vinhas o destaque vai para a igreja do Anjo da Guarda, o cruzeiro e a Igreja Matriz, datada dos séculos XVIII e XIX. Como locais de interesse turístico é de referir a zona da Capela de S. Gregório, bem como as magníficas paisagens povoadas de sobreiros.

Os habitantes de Vinhas dedicam-se sobretudo à agricultura e à pecuária, sendo também a exploração da cortiça uma importante fonte de rendimentos.

 

 

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